A Revista Espaço, do Instituto Nacional de Educação de Surdos - INES, acaba de lançar seu número 43. O dossiê "Educação & Surdez" contido nesse número apresenta artigos de integrantes do GEPI. Acesse em: http://www.ines.gov.br/seer/index.php/revista-espaco/issue/view/1
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quarta-feira, 4 de maio de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Práticas de correção e aprendizagem: produção de subjetividades na contemporaneidade
Já está disponível, na lista de trabalhos acadêmicos do blog do GEPI, a Tese de Doutorado de Juliane Marschall Morgenstern, defendida em fevereiro de 2016 no Programa de Pós-Graduação em Educação da UNISINOS, sob o título "Práticas de correção e aprendizagem: produção de subjetividades na contemporaneidade".
Resumo
Ao tomar como referência os crescentes programas de correção de fluxo idade-série e de Aceleração da Aprendizagem atualmente divulgados no Brasil, a presente pesquisa propõe-se problematizar como operam as práticas de correção e seus efeitos no mundo contemporâneo. Mais especificamente, é analisado o funcionamento das práticas de correção e seus efeitos no âmbito da educação brasileira. Embora o conjunto de materiais mobilizados para a elaboração desta tese tenha sido bastante amplo, para a realização da investigação o corpus foi formado a partir dos materiais didáticos e da sistematização de programas de correção de fluxo escolar que atuam pela aceleração da aprendizagem, produzidos no Brasil, a partir da década de 1990. Também compõem o corpus, vinte depoimentos escritos de sujeitos que integram as atividades dos programas e discutem suas experiências. Constatou-se um deslocamento nos modos de praticar a correção nas últimas décadas, cuja centralidade se volta à regulação do fluxo escolar e não mais a uma ortopedia do corpo individual. As análises conduziram a investigação para a proveniência das práticas corretivas num contexto temporalmente mais amplo, a qual se efetivou por meio de uma historicização de inspiração genealógica. Ao traçar um mapa panorâmico, foram encontradas quatro ênfases de atuação distintas no que se refere à finalidade (télos) dos modos de correção. A primeira ênfase está localizada no contexto da Antiguidade Pagã; a segunda ênfase é encontrada na Antiguidade Cristã; a terceira, nos desdobramentos das tecnologias disciplinares instauradas na Modernidade; a quarta ênfase concerne à atuação das tecnologias de seguridade, cuja evidência é visível na Contemporaneidade. Constatou-se ainda, que no seu modo de funcionamento, as práticas corretivas contemporâneas convergem com a constituição de uma subjetividade aprendente (Homo discentis), produzida na passagem do século XIX para o século XX. Nas condições de uma aprendizagem ao longo da vida, há um redirecionamento nas práticas de correção, cuja proeminência se direciona à construção de subjetividades que se tornem autorrealizáveis. Ficou visível a produtividade dessas práticas ao posicionarem o aprendente em determinadas condições, produzindo-o como uma subjetividade investida de aceleração. Compreendeu-se que o indivíduo subjetivado para a aprendizagem permanente deve ser capaz de corrigir-se em qualquer circunstância e em qualquer momento, de modo a se ajustar a um mundo no qual a mudança é constante. Tal como a possibilidade de agir sobre si mesmo e de ser ativo colocouse como condição que sempre esteve presente nas ações praticadas pelos alunos, a esses também esteve implicada a condição de ser corrigido ou de se corrigir. Analisou-se que a correção está presente como algo permanente e necessário na constituição de uma subjetividade aprendente.
Palavras-chave: Práticas de correção. Subjetivação. Governamentalidade. Aprendizagem.
Clique no título do trabalho na referência abaixo para acessá-lo na íntegra.
MORGENSTERN, Juliane Marschall. Práticas de correção e aprendizagem: produção de subjetividades na contemporaneidade. 2016. 307 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação. Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, 2016.
terça-feira, 26 de abril de 2016
XI Seminário Educação Infantil em Debate
O XI Seminário Educação Infantil em Debate: Políticas e Pedagogias para a Educação da Pequena Infância será realizado na Universidade Federal do Rio Grande - FURG, entre 27 e 29 de setembro de 2016. O período para inscrever trabalhos está aberto até 16 de junho de 2016.
Maiores informações no site do evento:
terça-feira, 12 de abril de 2016
Dossiê "Biopolitics, Education and Latin America"
O dossiê "Biopolitics, Education and Latin America", organizado por Julio Groppa Aquino e Maura Corcini Lopes, foi publicado pelo Sisyphus - Journal of Education, revista da Faculdade de Educação da Universidade de Lisboa.
Disponível em: http://revistas.rcaap.pt/sisyphus/issue/view/565
Disponível em: http://revistas.rcaap.pt/sisyphus/issue/view/565
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Retorno do GEPI
Na manhã desta quinta-feira, dia 7 de abril, o GEPI deu início às suas reuniões de estudo semanais na Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS. O grupo recebeu novos participantes e iniciou uma discussão a partir da leitura da Didática magna, de Comenius, e do livro Comenius & a Educação, de Mariano Narodowski.
quarta-feira, 23 de março de 2016
ANPEd Sul 2016
A XI Reunião Científica da Região Sul – ANPEd Sul se realizará entre 24 e 27 de julho de 2016, no Campus Reitoria da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba - PR. O tema Educação, movimentos sociais e políticas governamentais, e a inspiração da poesia de Paulo Leminski marcam esta décima primeira edição do evento.
Mais informações no site: http://www.anpedsul2016.ufpr.br/
E na fanpage do Facebook: fb.com/anpedsul2016/
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quinta-feira, 17 de março de 2016
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